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Fiat Mobi fica, sobreviverá ao novo Argo e será mini SUV até 2028, diz site

Chamado internamente de F1X, projeto será mistura de SUV, kei car e subcompacto para substituir numa tacada só Mobi e Pandina europeu

Teste Fiat Mobi Trekking 2026 - dianteira
Foto de: Motor1 Brasil

Quando oficializou a nova geração do Argo - agora derivada do Grande Panda -, a Fiat acabou deixando em aberto o futuro do subcompacto dentro do seu portfólio: o Mobi. Pois não só o pequeno sobreviverá, como mudará muito em sua próxima geração, de acordo com os sites Auto Papo e Autos Segredos.

Previsto ainda para 2026, o Fiat Argo renovado e baseado no Grande Panda promete alinhar o portfólio da italiana com o que ela oferece em outros mercados - algo reforçado inclusive pelo CEO da marca, Olivier François, há algum tempo -, ainda que com adaptações especificas para o mercado local. Será algo como o C3 brasileiro e o vendido no Velho Continente, mas ainda com a mesma base Smartcar (CMP).

Mas ficou a dúvida sobre qual seria o futuro do Mobi. Ele ainda é derivado da base do Uno de segunda geração, diferente até mesmo da utilizada no Argo hoje, e pertence a uma categoria cada vez mais dependente de vendas diretas. Em janeiro de 2026, por exemplo, 95,30% de suas vendas foram na modalidade.

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Tal como é comum aqui, Panda atual não matou geração anterior. Esse papel caberá ao novo Mobi;

Foto de: Fiat

Mobi será global

Isso não significa que a marca não tenha grandes planos para ele. A ideia, aliás, é que ele se torne um produto global, com chance de ser vendidos na Europa e em outros mercados. Tal como aqui, a Fiat de outros mercados também conta com a prática de manter modelos mais antigos - e baratos - para ajudar no volume de suas novidades. É o caso do Panda anterior, agora chamado de Pandina e que também é derivado do mesmo projeto que deu origem ao Uno de segunda geração.

Desenvolvido sob o código F1X, o novo modelo de entrada da Fiat servirá como porta de entrada da marca tanto aqui quanto em outros mercados, mas não será um hatchback tradicional. Na verdade, a ideia é que ele siga o conceito de modelos como o Hyundai Casper, um SUV pouco maior que um Renault Kwid e com visual bem quadrado. 

Hatch, SUV e kei car

Para se ter uma ideia do tamanho, o modelo da Hyundai possui apenas 3.595 mm de comprimento - não muito diferente do Mobi atual, diga-se (cerca de 3,6 m) -, 1.595 mm de largura e 1.575 mm a 1.605 mm de altura, com uma distância entre-eixos de 2.400 mm.

Seu aproveitamento de espaço, entretanto, segue a ideia dos key cars japoneses e, por que não, também do Fiat Uno original, utilizando o máximo que seu visual quadradinho lhe permite em matéria de usabilidade na parte interna.

Com o novo modelo, a Fiat atuaria numa faixa pouco explorada por fabricantes ocidentais, aumentando também o apelo com o consumidor comum. Na Itália, em especial, pode ser a opção pequena e barata que o 500 atual, nascido como elétrico e depois transformado em híbrido, nunca conseguiu ser.

Fonte: AutoPapo Autos Segredos

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